A exclusão na saúde | iN Serviço Social

A exclusão representada através das suas múltiplas formas, graus e domínios, resulta num fenómeno complexo, consequente de um processo constituído por rupturas com a sociedade, cultura e família. Os excluídos vêem obstruído o seu acesso ao pleno exercício de cidadania, na saúde, educação, vida digna, ou seja, acesso a um conjunto de sistemas sociais básicos, seja no domínio económico, social, institucional, territorial ou simbólico (Costa, in Ramos, 2006:15) 

Platão já no século V a.c. alertava para as consequências negativas das desigualdades e da pobreza, alegando que, “Entre os indivíduos, não deverá haver nem pobreza extrema, nem riqueza excessiva, pois ambas produzem grandes malefícios”. (Ramos, 2006:15) 
Estas desigualdades que se reflectem na educação, saúde, ocupação ou habitação, têm origem ao nível macro, nomeadamente nas políticas públicas, sociais e macroeconómicas, nos valores da sociedade e no contexto sociopolítico.  


Segundo Arzabe (in Charneco, 2006:32), a ideia de exclusão social, está centrada nos aspectos relacionais, isto é, na participação social inadequada, a ausência de protecção social, a ausência de integração social e ausência de poder. 

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